Notícias

A farmacêutica anunciou uma linha de produção na fábrica de Loures com material a ser doado a entidades públicas nacionais e, desde então, já recebeu pedidos de apoio por parte de mais de 100 entidades. Desde que a farmacêutica portuguesa Hovione anunciou, na semana passada, a decisão de usar parte da sua capacidade em Loures para produzir gel desinfetante a serem doado a várias instituições, já conseguiu fazer cerca de 30 toneladas de produto. Guy Villax, diretor-geral da empresa, explica que o objetivo é produzir e entregar 40 toneladas de gel desinfetante por semana. "Quarenta toneladas dá para lavar as mãos de 400 mil pessoas durante uma semana. A regra que nós temos é que cada pessoa não irá precisar de mais de 100 mililitros por semana", detalha. O produto está a ser disponibilizado gratuitamente com prioridade para as instituições que mais precisam, como os hospitais, as câmaras municipais e a Proteção Civil. Em declarações à TSF, Guy Villax refere que a empresa acrescentou à lista das prioridades outros profissionais como camionistas e funcionários de supermercado. "Aumentamos de prioridade os supermercados e os camionistas, as empresas de transporte. As pessoas que estão nos caixas dos supermercados e que voltam a preencher as prateleiras, têm uma grande prioridade." O responsável da empresa explica que não tem sido fácil manter a produção porque a fábrica de Loures conta com apenas 500 das 850 trabalhadores. Outro desafio tem sido o transporte de matéria prima mas Guy Villax espera que seja ultrapassado em breve, sobretudo depois da Comissão Europeia ter emitido uma recomendação de gestão de fronteiras chamada 'Green Lanes'. "É o nosso via verde para garantir que nenhum camião fique mais de 15 minutos na fronteira e isso é extremamente importante", explica. A Hovione já recebeu contactos de mais de 100 entidades com pedidos de acesso ao gel desinfetante que a empresa está a produzir e entregar gratuitamente. Lei artigo no website da TSF  

Artigo de Imprensa

Hovione vai produzir 40 toneladas de gel desinfetante por semana para entrega gratuita

Mar 26, 2020

Loures, 22 de Janeiro de 2020. O primeiro-ministro, António Costa, inaugurou hoje o novo edifício B14 da Hovione, em Loures, com 11 437 m2. O investimento de 23 m€ visa acolher mais de 400 trabalhadores, do quais 230 investigadores das áreas da Química, ciências farmacêuticas, Biotecnologia e das engenharias. Na apresentação do novo edifício estiveram também o CEO da Hovione, Guy Villax, o Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira, e o presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares. O Edifício B14 vem melhorar as condições de trabalho na empresa, facilitando as sinergias e os ganhos de produtividade com a oferta de equipamentos comuns, nomeadamente novos laboratórios equipados com tecnologias de topo. O edifício oferece também melhores condições de conforto e funcionalidade com salas de reuniões equipadas, bem como novas áreas de estacionamento, balneários, cantina e cafetaria. O investimento visa melhorar a interação entre as pessoas, os serviços da empresa e destes com os clientes e visitantes externos. O edifício tem a capacidade de acomodar mais de 400 pessoas, sobretudo profissionais qualificados com formação nas áreas da Química, Ciências Farmacêuticas, Biotecnologia e das engenharias, com destaque para a Engenharia Química. Nos escritórios do edifício estão também instaladas as áreas de recursos humanos, garantia da qualidade, controlo de qualidade, order processing e logística, eficiência operacional, financeira, gestão de projetos e segurança e ambiente. No que respeita à sustentabilidade, o Edifício B14 foi desenhado e construído para obtenção de certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental), que fornece um conjunto de critérios para a conceção, construção e operacionalidade de edifícios de um modo ambientalmente sustentável. As novas instalações aumentam a oferta de emprego qualificado da Hovione, tendo um forte impacto na comunidade, com efeito duradouro que se verificará também ao nível das escolas locais e da formação e qualificação da população. No ano em que celebra 61 anos, a Hovione consolida a sua presença no país, com mais investimento na inovação, na qualificação e no emprego de qualidade, gerando riqueza para a comunidade e para o país. A empresa conta com fábricas na Irlanda, nos Estados Unidos e em Macau.  Sobre a Hovione Fundada em 1959, a multinacional Hovione tem hoje laboratórios e fábricas em Portugal, na Irlanda, em Macau e nos Estados Unidos da América. A Hovione investiga e desenvolve novos processos químicos e produz princípios ativos para a indústria farmacêutica mundial. Com sede em Loures, a empresa emprega 1600 pessoas em todo o mundo, das quais cerca de 1100 em Portugal. A Hovione é o maior empregador privado de doutorados em Portugal (68) e tem presentemente oito programas de doutoramento e oito de mestrado a decorrer na Empresa. A sua atividade de investigação e desenvolvimento em Portugal emprega 220 técnicos e cientistas. Saiba mais em www.hovione.com

Comunicado de Imprensa

Hovione abre laboratório para 230 cientistas

Jan 22, 2020

No dia 2 de Junho, a Hovione realizou a 3ª corrida solidária Hovione em Loures. O evento que consistiu numa corrida de 10 Km e numa caminhada de 5 Km, contou com a participação de 1409 atletas. A Hovione está presente em Loures há mais de 50 anos e para nós é importante estarmos envolvidos e retribuirmos à comunidade. A 3ª corrida solidária Hovione de Loures tem um carácter solidário e este ano escolhemos apoiar a Casa da Palmeira – Associação Luiz Pereira Motta e a Associação Chão dos Bichos. O sucesso deste evento deve-se também aos nossos parceiros institucionais: Câmara Municipal de Loures, Junta de Freguesia de Loures, Bombeiros de Loures, Polícia Municipal, Polícia de Segurança Pública, Escuteiros de Loures e de Santo António dos Cavaleiros, Loures shopping, Solinca, Hospital da Trofa e Bhclinic. A todos os participantes, obrigado! Os resultados são os seguintes: Vencedores Hovione Masculino 1º Mário Malheiro (00:38:01) 2º Nelson Rafael (00:40:47) 3º Frederico Richart (00:42:02) Vencedores Hovione Feminino 1º Susana Saldanha (00:51:23) 2º Sofia Lourenço (00:51:30) 3º Lúcia Tobias (00:51:37) Vencedores Geral Masculino 1º André Alves (00:34:43.27) 2º Jorge Sousa (00:36:43.00) 3º Bruno Pontes (00:37:00.64)             Vencedores Geral Feminino 1º André Alves (00:34:43.27) 2º Jorge Sousa (00:36:43.00) 3º Bruno Pontes (00:37:00.64) Os tempos de todos os atletas poderão ser consultados aqui.  

Notícias

Resultados 3ª Corrida Solidária Hovione

Jun 07, 2019

Podemos começar por saber o que é o Programa 9ºW? O Programa 9ºW é um desafio que a Hovione lançou em 2016 a instituições académicas portuguesas para resolvermos juntos problemas específicos que a empresa, por si só, não conseguia resolver. 9ºW é a longitude de Lisboa e o nome foi inspirado no Prémio Longitude atribuído no século XVIII pelo governo britânico a quem resolvesse um dos maiores desafios da época: como determinar a longitude de uma embarcação em alto mar? O Programa 9ºW da Hovione concedeu cinco milhões de euros para três projetos académicos. Quais foram os projetos abrangidos? Porquê? Antes de lançarmos o programa identificámos as maiores dificuldades que queríamos superar a curto e a médio prazo. Destas, selecionámos três que deram origem aos projetos do programa. O primeiro consiste no desenvolvimento de um método de secagem que queremos que seja muito mais eficiente do que aqueles que usamos e dos que encontramos no mercado. Este é um passo importante na estratégica mais global que queremos implementar. O segundo projeto visa a formação profissional de técnicos de laboratórios analíticos que não conseguimos encontrar no mercado de trabalho. Por último, precisávamos de conhecimento para implementar a transformação digital nos nossos laboratórios tendo em conta a forte intensificação de trabalho que previmos venha a acontecer. No primeiro projeto colaborámos com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; no segundo com um consórcio liderado pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa; já o terceiro foi atribuído a um consórcio entre o Instituto Superior Técnico e a Universidade do Minho.   O Programa 9ºW tem a duração de três anos (2017-2020). 18 meses depois qual é o balanço? Ainda é cedo para um balanço global pois estamos a meio do programa. De qualquer forma, a avaliação intermédia é positiva. Temos um conceito novo para a secagem que, à escala laboratorial, demonstrou ter a eficácia desejada e estamos neste momento a escrever a patente e a elaborar um plano que nos permita ter uma unidade industrial em 2021. Das seis edições de formação de analistas previstas concluímos as duas primeiras, formando 24 analistas químicos; destes 50% foram recrutados para a Hovione, o que contribui para uma taxa de empregabilidade destes formandos acima de 75%. O projeto de transformação digital também está a progredir bem. Testámos com sucesso os modelos matemáticos de escalonamento de atividades, decidimos sobre as soluções de automação e estamos a criar a estrutura para bases de dados sobre as quais poderemos aplicar "machine learning". A Hovione formou parceria com instituições de ensino para a criação de um curso de analistas químicos, sendo o consórcio de instituições liderado pelo ISEL. Que desafios obrigaram a Hovione a criar o Programa 9ºW, a promover o curso e a financiar a construção do PharmaLab no ISEL? O desafio na criação do programa era criar analistas químicos com os conhecimentos necessários, suficientes e específicos da indústria farmacêutica. Em Portugal, onde a indústria farmacêutica é de reduzida dimensão, não conseguíamos recrutar técnicos em número suficiente para apoiar o nosso crescimento nesta área. Constatámos que competíamos pelos mesmos escassos recursos com a indústria local e que, muitas vezes, éramos forçados a contratar recursos subqualificados ou sobre-qualificados, o que exigia um esforço tremendo de formação interna ou gerava problemas de gestão de expectativas a médio prazo. Precisávamos, portanto, de uma solução sustentável para as nossas necessidades e, juntamente com o ISEL, desenhámos um projeto para superar estas carências. Combinámos os conhecimentos técnicos, a capacidade do ISEL de captar candidatos com o perfil desejado e a necessidade de criar um espaço laboratorial no ISEL que fosse uma réplica fidedigna dos laboratórios de controlo analítico da indústria farmacêutica, equipado com as tecnologias mais relevantes e gerido pelos mesmos padrões de qualidade, exigência e ética que promovemos na Hovione. O PharmaLab foi construído com este conceito, num espaço e com recursos disponibilizados pelo ISEL. Foi um investimento grande e que queremos continuar a dinamizar pois quem passa pelo PharmaLab entra na Hovione já com capacidade de fazer bom trabalho. Quais são as mais-valias da parceria entre a Hovione e o ISEL? E qual é, na sua ótica, o potencial e o contributo deste instituto para o ensino superior e para o país? As mais-valias são a conjunção de um conhecimento profundo das práticas e dos conhecimentos da indústria farmacêutica com o método e as instalações de ensino de um instituto superior. Estes cursos profissionais desenhados à medida das necessidades específicas da indústria local têm elevados graus de empregabilidade, contribuindo, desde logo, para a evolução social e económica do país. O PharmaLab faz muito mais que dar competências, cria as condições para que os seus estudantes possam construir uma carreira. Trata-se de uma profissão na qual a perícia é valorizada e na qual o trabalho tem o efeito direto de melhorar a saúde dos pacientes. Com o Programa 9ºW, lançado em Setembro de 2016, a Hovione propôs-se trabalhar em parceria com Instituições Académicas, ao longo de três anos, para desenvolver projetos inovadores, relevantes que respondam às atuais e futuras necessidades das empresas. Quais são as expectativas? A expectativa principal é resolvermos os desafios a que nos propusemos em 2016. Para além disso, a interação próxima com as instituições académicas cria fortes relações que abrem outras oportunidades de colaboração e que nos permitem progredir no nosso processo de diferenciação através da inovação e do conhecimento. As nossas universidades e instituições académicas são muito boas. Achamos que colaborar com estas em problemas complexos e de aplicação prática é muito motivante para os jovens. Temos cerca de 30 estudantes de doutoramento e mestrado a fazer a sua investigação na Hovione e a desenvolver conhecimento, o que, a prazo, vai resolver problemas concretos. Saber que o seu esforço e capacidade intelectual permitirão, a breve trecho, que um medicamento seja lançado e cure uma doença é algo de muitíssimo motivador. Leia o artigo completo  

Artigo de Imprensa

Hovione desafia a academia com o Programa 9ºw

Maio 26, 2019

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