Reordenamento e Revalorização da mata da Quinta da Várzea

Vamos Proteger este Espaço Verde - Está em curso o Plano de Reordenamento e Revalorização da mata da Quinta da Várzea, envolvente às instalações da Hovione em Sete Casas, concelho de Loures.

Foto aerea quinta da varzea

A mata da várzea tem 13 hectares, com um povoado de 4464 sobreiros, entre outras árvores e arbustos. Um levantamento exaustivo, com o apoio dos técnicos do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), identificou 1009 espécimes de sobreiros, jovens e adultos, que estão mortos (8% do total) e doentes (9%). As árvores a remover incluem ainda casos em que a excessiva densidade e competição inviabilizam o desenvolvimento de outros sobreiros e põem em risco a integridade do povoado, ou que constituem perigo para a segurança de pessoas e bens.

Intervenção

Esta operação é essencial por questões de segurança (prevenção de queda de ramos e de incêndios florestais), para manter o equilíbrio natural (redução da competição entre árvores e o equilíbrio de clareiras e sombreamento) e para viabilizar a regeneração natural.

O que diz o ICNF 

Perante os dados recolhidos e aprovados pelo ICNF, seria inevitável o declínio progressivo do povoado de sobreiros na mata, com a morte de diversas árvores.

Nesse sentido, foi feito o levantamento e recenseamento das árvores doentes e em mau estado e, com o acompanhamento dos técnicos do ICNF, foi autorizada a remoção das árvores doentes e mortas, que ameacem o desenvolvimento de outras árvores ou que ponham em risco a segurança de pessoas e bens.

quinta da várzea

A decisão do ICNF

“(…) é autorizado, nos termos do Decreto-Lei nº 169/2001, de 25 de maio, (…) o abate de 1009 sobreiros (jovens e adultos) que se encontram secos, decrépitos, doentes, em excesso de densidade e em risco para complexo industrial.”

O que estamos a fazer

Com a supervisão de técnicos do ICNF estamos a proceder à remoção das árvores previamente recenseadas como estando doentes, mortas, a ameaçar o desenvolvimento de outras árvores e a integridade do povoado, ou que constituam perigo para a segurança de pessoas e bens.

Os procedimentos de corte das árvores mortas e doentes estão a ser executados de acordo com as instruções dos técnicos do ICNF, tendo em conta a manutenção de eventual fauna protegida. Todos os vestígios de flora doente e sinais de ataque de agentes bióticos nocivos serão removidos e destruídos de forma a evitar a propagação de doenças e a minimizar o risco de incêndio.

A operação estará concluída em Abril de 2024.

Em caso de dúvida, por favor contacte-nos aqui.