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Comunicado de Imprensa / Set 26, 2025

Hovione distinguida com o Prémio Leonardo da Vinci 2025

Atribuído pela Associação Hénokiens e pelo Château du Clos Lucé

Leonardo da Vinci Prize | Hovione

Lisboa, 25 de setembro de 2025 – A Hovione, empresa multinacional e familiar fundada em Portugal, especializada no desenvolvimento e fabrico de produtos farmacêuticos, foi distinguida com o Prémio Leonardo da Vinci 2025, atribuído pela Associação Hénokiens e pelo Château du Clos Lucé. Na sua 14.ª edição, o prémio foi entregue em Lisboa a Diane Villax, fundadora e membro do Conselho de Administração da Hovione, pelo antigo vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, perante uma audiência de líderes empresariais e figuras públicas.

«Este prémio reconhece o compromisso da Hovione com a ciência, a inovação e o serviço aos pacientes em todo o mundo. Reflete os valores que nos têm guiado desde o início – honestidade, integridade, rigor científico e trabalho em equipa – com uma visão de longo prazo que coloca as pessoas e o progresso no centro. Acima de tudo, é uma homenagem aos colaboradores da Hovione, cuja paixão e dedicação garantem que continuemos, em todos os sentidos, In it for life”, afirmou Diane Villax, fundadora e membro do Conselho de Administração da Hovione.

«Este reconhecimento reforça a nossa determinação em construir o futuro com base na nossa herança, cultura e paixão dos nossos colaboradores, à medida que expandimos o nosso alcance global a parceiros e pacientes. Continuamos dedicados a promover a inovação, aprofundar as parcerias com a indústria farmacêutica e, em última análise, ajudar a disponibilizar medicamentos que melhoraram a vida das pessoas», afirmou Jean-Luc Herbeaux, CEO da Hovione.

Fundada em 1959, a Hovione continua a ser uma empresa familiar, que emprega cerca de 2.500 pessoas em cinco instalações (Loures e Seixal - Portugal; Nova Jérsia - EUA; Cork - Irlanda; e Macau), dois centros de I&D e oito escritórios em todo o mundo. Com uma sólida base científica, a empresa apoia a indústria farmacêutica a resolver os desafios mais complexos, tendo contribuído, na última década, para a aprovação de 29 novos medicamentos pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA - representando em alguns anos até 10% do total -, melhorando assim a vida de cerca de 80 milhões de pacientes todos os anos.

A Hovione desempenhou um papel decisivo em alguns dos maiores avanços da saúde pública mundial - desde a produção da ivermectina, o tratamento vencedor do Prémio Nobel para a cegueira dos rios, até à produção de três dos quatro medicamentos para a hepatite C que curaram mais de 4 milhões de pacientes, possibilitando ainda o primeiro tratamento aprovado para a COVID-19 no mundo, o Veklury®, que beneficiou 6,5 milhões de pacientes.

Para além da ciência, a empresa tem demonstrado um forte compromisso com a sociedade, com a doação de cerca de 1 milhão de frascos de gel desinfetante durante a pandemia, o investimento na educação, com o apoio à Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova, a contribuição financeira significativa para a NOVA School of Business and Economics, entre outros apoios à educação e ciência, tendo-se tornado recentemente no novo patrocinador oficial da Seleção Nacional Portuguesa de Râguebi, incluindo o apoio ao desenvolvimento de jovens talentos.

 

Sobre a Hovione
A Hovione é uma empresa internacional com mais de 60 anos de experiência em desenvolvimento farmacêutico e operações de produção. Como Organização de Desenvolvimento e Fabricação de Contratos (CDMO), possui uma oferta integrada de serviços para princípios ativos, intermediários de medicamentos e produtos farmacêuticos. A empresa possui quatro fábricas, nos EUA, Portugal, Irlanda e China e laboratórios de desenvolvimento em Lisboa, Portugal e Nova Jersey (EUA). A Hovione fornece serviços de desenvolvimento e fabrico em conformidade de medicamentos inovadores, incluindo compostos altamente potentes e soluções personalizadas de produtos. A cultura de empresa da Hovione assenta na inovação, qualidade e fiabilidade. A Hovione é membro do Rx-360, EFCG, participando ativamente em iniciativas de melhoria da qualidade dos processos e de elevação dos padrões globais da indústria.

Sobre a Associação Henokiens
A Associação Internacional Henokiens, criada em França em 1981, reúne empresas familiares bicentenárias de todo o mundo. Os descendentes dos fundadores ainda são os proprietários ou acionistas majoritários das 57 empresas membros, sediadas em 10 países. Através dos seus membros e dos valores que eles incorporam, a associação visa promover o conceito de empresa familiar como alternativa às multinacionais. www.henokiens.com

Sobre o Château du Clos Lucé
O Château du Clos Lucé - Parc Leonardo da Vinci, localizado em Amboise, é a residência onde Leonardo da Vinci se estabeleceu em 1516 a convite do rei Francisco I. Nomeado «Primeiro Pintor, Engenheiro e Arquiteto do Rei», trabalhou incansavelmente em inúmeros projetos antes de falecer há 500 anos. A família Saint Bris é proprietária da propriedade desde 1855 e abriu este marco cultural ao público quase cem anos depois, em 1954. A missão da família é transmitir ao maior número possível de pessoas o património universal, a memória e o conhecimento da obra de Leonardo da Vinci. Em 2019, o Château du Clos Lucé recebeu 520.000 visitantes, dos quais 25% provenientes do estrangeiro. É o 3.º monumento mais visitado do Vale do Loire. Graças às tecnologias digitais, o Clos Lucé prossegue a sua transformação digital e, em junho de 2021, inaugurou as Galerias Leonardo da Vinci Pintor e Arquiteto, um novo espaço cultural de 500 metros quadrados. Os visitantes são imersos no processo criativo e em toda a obra pictórica do génio renascentista através de um espetáculo audiovisual imersivo. www.vinci-closluce.com/en

 

 

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Todos os anos, a Caixa Geral de Depósitos, considerado o maior banco português, reconhece alguns dos jovens talentos mais promissores de Portugal através dos Prémios Caixa +Mundo, atribuindo cerca de 800 mil euros em bolsas de estudo a estudantes que ingressam no ensino superior. Na edição deste ano, a Caixa decidiu associar o nome de Diane Villax ao prémio destinado a estudantes da área das ciências. Esta prestigiada distinção coloca Diane Villax entre um grupo distinto de personalidades de relevo que, ao longo dos últimos 50 anos, contribuíram de forma marcante para o desenvolvimento socioeconómico, cultural, político e científico de Portugal, como António Ramalho Eanes, Mário Soares, José Saramago, Sophia de Mello Breyner, Leonor Beleza, Elvira Fortunato, Rui Nabeiro, Américo Amorim e José Manuel de Mello. Diane Villax confirmou que terá todo o gosto em reunir-se pessoalmente com os sete estudantes distinguidos nesta área e acompanhar o seu percurso enquanto próxima geração de inovadores e líderes. Mas esta distinção representa muito mais do que uma pessoa. É o reconhecimento de toda uma organização e das pessoas que a constroem todos os dias. Ao longo de 67 anos, sucessivas gerações de equipas trabalharam em conjunto, com paixão, propósito e excelência, para produzir medicamentos que salvam vidas e promover uma ciência com impacto real nas pessoas. Este reconhecimento é de todos nós. Bem hajam.      

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Diane Villax dá nome aos prestigiados prémios Caixa +Mundo

Maio 14, 2026

A gestão de talento foi o tema central no painel “Talento” do The Branding & Business Summit, num debate sobre os desafios das organizações na atração, desenvolvimento e retenção de pessoas num mercado de trabalho em profunda transformação. O painel contou com Carla Marques, CEO da Intelcia, Chitra Stern, Founder & CEO do Martinhal Family Hotels & Resorts, e Ilda Ventura, Senior Vice President da Hovione, e foi moderado por Maria José Martins, diretora criativa de conteúdos do Brands Channel, que enquadrou a discussão na necessidade de alinhar propósito, cultura e competitividade. (...) Talento global e propósito como âncora organizacional Já Ilda Ventura destacou a dimensão global da gestão de talento e os desafios associados à retenção de competências altamente especializadas. A responsável da Hovione referiu que a empresa, com presença internacional e várias décadas de atividade, tem desenvolvido esforços consistentes para atrair e fixar talento em Portugal. “Temos feito um grande esforço para que o talento fique em Portugal”, afirmou, acrescentando que a organização tem implementado programas específicos de atração e desenvolvimento. Ilda Ventura sublinhou ainda o papel da cultura organizacional como elemento de coesão, destacando o lema da empresa — “In it for Life” — como expressão do seu propósito. Esse princípio, explicou, ajuda cada colaborador a compreender o impacto do seu trabalho na melhoria da saúde global. (...) Créditos da imagem: Imagens de marca   Leia o artigo completo em ImagensdeMarca.pt Saiba mais sobre as Carreiras na Hovione  

Artigo de Imprensa

Empresas em mudança: Atração e retenção de talento foi tema no The Branding & Business Summit

Abr 23, 2026

Numa época em que as mulheres não trabalhavam, aos 19 anos Diane Villax era ”correspondente em línguas estrangeiras” numa empresa de representações. Aí aprendeu as bases para ajudar a desenvolver a Hovione, que criou com o marido há 66 anos. Hoje a empresa emprega mais de 2500 colaboradores e é fornecedor de preferência de algumas das maiores farmacêuticas do mundo. Quando entramos na sala da unidade fabril da Hovione em Sete Casas, Loures, Diane Villax espera-nos sentada, tranquila, pronta para quase uma hora de conversa e fotografias. Afável e bem-disposta, e com um rigor que se nota nas respostas, revela um enorme orgulho pela empresa que criou, em 1959  com o marido e dois compatriotas  húngaros. Ivan Villax era engenheiro químico com várias patentes de processo e a Hovione nasceu para fabricar antibióticos. Desde o primeiro dia os seus olhos estavam postos no mercado mundial  e foi a partir de casa, na Travessa do Ferreiro, que durante 10 anos produziu para o seu primeiro cliente importante, o mercado japonês, conhecido pelo elevado grau de exigência. Em 1969 foi construída a primeira fábrica em Loures, e, em 1986, iniciada a produção na segunda unidade fabril em Macau. A estas juntaram-se, já nos anos 2000, New Jersey, nos Estados Unidos e Cork, na Irlanda. Hoje, a Hovione emprega mais de 2500 colaboradores, dos quais mais de 300 são cientistas — é a empresa privada que mais doutorados emprega em Portugal – e orgulha-se de ser fornecedor de preferência de várias das maiores farmacêuticas do mundo. O casal Villax tinha tarefas distintas na empresa. Ivan era o inventor e Diane tratava da parte administrativa, a partir de casa. Não teve formação para empresária, apenas um curso de estenografia e datilografia e, antes de casar, um emprego numa empresa de importação, que em três anos lhe deu as bases necessárias para ajudar a desenvolver a Hovione. O seu método e rigor ajudaram-na a lidar com os bancos no início da empresa, porque os seus conhecimentos sobre negócios eram escassos. Ivan Villax faleceu em 2003, deixando uma descendência de quatro filhos e 16 netos, que têm a missão de continuar a desenvolver a empresa. Aos 91 anos, Diane Villax já não está no dia-a-dia da Hovione, mas lê as inúmeras noticias que recebe diariamente sobre a evolução do setor farmacêutico,  bem como toda a informação sobre a empresa. Gosta de estar atualizada para acrescentar valor às reuniões do Conselho de Administração. “Se eu não estou a par, os meus filhos reformam-me”, ironiza. Depois de conhecer Diane Villax na sua primeira unidade fabril, a 14 de janeiro, não estranhamos quando nos despedimos e a vemos com as chaves do seu carro na mão, pronta para conduzir para as Amoreiras para assistir a La Traviata. “Gosto muito de La Traviata!”, diz com o mesmo sorriso afável com que nos recebeu uma hora antes. Quais foram os marcos principais desta história que já conta 66 anos? O primeiro marco foi o que nos lançou e o que nos permitiu desenvolvermo-nos. No fim dos anos 1960 e durante todos os anos 1970, o Japão foi o nosso mercado principal. Durante 10 anos fornecemos a indústria japonesa a partir de nossa casa, numa cave da Travessa do Ferreiro. O meu marido era muito inovador. Tinha patentes de processo e em todo o mundo não anglo-saxónico não havia patentes de produtos farmacêuticos. Quando casámos já ele tinha patentes de invenção sobre toda a gama dos corticosteroides. No Japão, naquela altura, não fabricavam a matéria-prima, só formulavam o produto final, necessitando, portanto, de comprar o ingrediente ativo. Os eventuais clientes descobriram que em Portugal um certo Ivan Villax tinha patentes sobre essa gama de produtos na qual eles tinham interesse e vieram bater à nossa porta. Acharam que o nosso IP era robusto, a tecnologia era ótima e a qualidade do produto era excelente. A qualidade para o Japão é um “sine qua non”. Iniciámos uma colaboração que durou mais de 10 anos e nos permitiu construir a nossa primeira fábrica, em Sete Casas (Loures), que iniciou a produção em 1971. O segundo momento importante foi o lançamento no mercado dos Estados Unidos, em 1982. É um mercado gigantesco, competitivo, exigente, mas que reconhece serviço e qualidade. O meu marido tinha a patente de processo para o fabrico de um antibiótico de largo espetro, a doxiciclina, cuja patente do inovador caducou precisamente no verão de 1982. Tinha-se feito algum estudo de mercado certamente, mas não pensávamos que a procura seria tão grande. Até hoje já fornecemos centenas de toneladas de doxiciclina ao mercado norte-americano a partir da nossa fábrica de Macau. “Desde o primeiro dia, o mundo é o nosso mercado. E sempre quisemos ser uma boutique, criar um nicho no mercado. Somos mestres no que oferecemos.”     Leia o artigo completo em Executiva.pt  

Artigo de Imprensa

Diane Villax, da Hovione: “Não fui educada para ser empresária”

Fev 23, 2026